Proposta

De início um olhar sobre os Brincantes…
Ritmos e Cores vibrantes num pulsar de energia coletiva.

Até dá para brincar sozinho, porque no imaginário tudo é possível, mas bom mesmo é brincar em grupo… e não tem idade, quando se é adulto a brincadeira pode ser levada mais a sério e ser profissionalizada como ocorre com grupos, ditos de cultura popular.

Nas apresentações o que importa é o lúdico… a roupa, a dança, o canto, o riso… os personagens se exibem, provocam e interagem…
Numa história compartilhada que estimula os sentidos.
Da visualidade que dança com as músicas contagiantes, o espectador quase sem se dar conta o entra no ritmo…

A curiosidade é provocada…
Quem são esses personagens? O que eles representam?
Que história é essa? Qual a moral?
Esse projeto acredita que toda tradição tem uma moral no imaginário social.

Assim, procura uma abordagem que compreenda a “desterritorialização dos processos simbólicos” à que se refere Néstor Canclini:

“… hoje todas as culturas são de fronteira.
Todas as artes se desenvolvem em relação com outras artes:
o artesanato migra do campo para a cidade;
os filmes, os vídeos e canções que narram acontecimentos
de um povo são intercambiados com outros.
Assim as culturas perdem a relação exclusiva com seu território,
mas ganham em comunicação e conhecimento.”

Lilia Tandaya

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